Mary’s POV
No dia seguinte, acordei, fiz minha higiene e me troquei. A minha escola era ali perto, do lado da escola da Lisa, então eu levaria ela todos os dias, para a felicidade da pequena. Desci até a cozinha e encontrei Sophie falando com a Lisa.
_ Bom dia Mary! - as duas disseram, em coro.
_ Bom dia! - eu respondi.
_Mary, a Lisa já está pronta e o café está na mesa, hoje eu levo vocês duas pra você aprender o lugar, ok?
_Tudo bem - eu disse.
Tomei o café e fomos até a escola. Quando cheguei recebi vários olhares de curiosidade. Odeio escola nova, não teria nenhum amigo ali e provavelmente eu iria ser motivo de zoação de todos por ser brasileira. Mas eu estava em Londres, a minha cidade dos sonhos, uma cidade maravilhosa por sinal, então respirei fundo e fui até a secretaria, pegar os meus horários. Todos os professores me apresentaram nas aulas, sentei em duplas e quase ninguém falou comigo.
Quando o último sinal tocou me senti aliviada. Eu peguei a Lisa e fomos embora, ela me animou um pouco. Também né, com aquele jeitinho de princesa dela, quem não se encantaria? Chegamos em casa, almoçamos e fui para o meu quarto, enfeitei um pouco ele pra ficar mais a minha cara e fui ler um livro.
De repente, ouvi um barulho na janela, aquela enorme, que parecia uma porta. Alguém tinha jogado uma pedrinha ali. Olhei para a casa vizinha e simplismente não acreditei no que vi. HARRY EDWARD STYLES, DO ONE DIRECTION! Ele estava segurando uma folha de papel escrito “Oi, você é a brasileira, certo?”. Gente, meus vizinhos eram o One Direction! Eu fiquei olhando pra cara do Harry com cara de idiota, ele riu e eu corei. Peguei uma folha de papel e escrevi ¨Sim! E você é Harry Styles???¨. Ele escreveu algo novamente “Sim! Já conheçe a cidade? ;)”. Eu corei mais do que a primeira vez, peguei outra folha e escrevi “Não :(“. Então, Harry escreveu “Posso te mostrar? Venha aqui!”. Era isso mesmo? Harry Styles estava me chamando pra sair? Eu devia ter dado muitos sinais da minha obcessão por eles, já que Harry não parou de rir da minha cara. ¨Claro!¨, eu escrevi, e aí fui até a casa dele.
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